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Dicas de Saúde

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Utilização da ultrassonografia com Doppler colorido em avaliações vasculares

A ultrassonografia com Doppler é uma técnica avançada de imagem médica que combina a ultrassonografia tradicional com a capacidade de avaliar o fluxo sanguíneo em tempo real. Essa abordagem, chamada de Doppler, utiliza ondas sonoras para criar imagens detalhadas das estruturas internas do corpo e, ao mesmo tempo, permite a análise das características do fluxo sanguíneo em vasos sanguíneos e órgãos.

No post de hoje vamos entender como funciona a ultrassonografia com doppler colorido nas avaliações de problemas vasculares.

O que é o ultrassom com doppler e como ele funciona?

Como vimos, o ultrassom com doppler é uma técnica diferenciada, que permite analisar o movimento dos órgãos e o fluxo sanguíneo em tempo real. Ele é um tipo de ultrassonografia que é bastante importante para diferentes áreas da medicina, como a nefrologia, área especializada no rim, endocrinologia e cardiologia, por exemplo.

O seu nome tem origem em um físico, o Johann Christian Andreas Doppler, que descobriu haver uma diferença entre a frequência das ondas percebidas por um observador conforme a sua posição, ou seja, se ele está próximo ou longe da fonte. Uma forma de entender esse fenômeno é por meio da sirene de uma ambulância, que quando se aproxima, tem um som diferente do que quando está se afastando.

Assim como os outros exames de ultrassonografia, o aparelho utilizado para o procedimento usa ondas sonoras de alta frequência, que navegam pelo nosso corpo sendo devolvidas toda vez que encontram alguma barreira, como uma hemácia. Essa devolução da onda gera um eco e, por um sistema, são transformadas em imagens da área em análise, o que permite ver o movimento dos órgãos (fonte: Unicardio).

Como é a ultrassonografia com doppler colorido para avaliar problemas vasculares?

A ultrassonografia com Doppler colorido é uma técnica avançada de imagem que desempenha um papel crucial na avaliação do fluxo sanguíneo e na detecção de problemas vasculares.

Essa modalidade de exame combina a ultrassonografia tradicional com a análise do efeito Doppler, fornecendo informações visuais em tempo real sobre a direção e velocidade do fluxo sanguíneo.

Veja uma explicação detalhada de como essa tecnologia é utilizada para avaliar o sistema vascular e identificar distúrbios circulatórios:

  • Princípio Básico: A ultrassonografia com Doppler colorido utiliza ondas sonoras de alta frequência emitidas por uma sonda de ultrassom. Essas ondas penetram nos tecidos e refletem de volta para a sonda, gerando imagens em tons de cinza tradicionais. O efeito Doppler é aplicado para avaliar o movimento das células sanguíneas, adicionando informações coloridas à imagem.
  • Doppler Colorido: As informações de Doppler colorido são sobrepostas à imagem ultrassonográfica, atribuindo cores específicas ao fluxo sanguíneo. Normalmente, o vermelho indica o fluxo em direção à sonda, enquanto o azul representa o fluxo na direção oposta. Essa codificação de cores permite uma visualização dinâmica do padrão do fluxo, facilitando a detecção de possíveis anormalidades.
  • Identificação de direção e velocidade do fluxo: O médico ou técnico realiza a ultrassonografia com Doppler colorido ao mover a sonda sobre a área vascular de interesse. A análise das cores na tela ajuda a identificar a direção do fluxo sanguíneo, bem como variações na velocidade. O padrão normal do fluxo é representado por cores contínuas e suaves, enquanto alterações podem indicar problemas vasculares.
  • Avaliação de estenoses e obstruções: A ultrassonografia com Doppler colorido é especialmente eficaz na identificação de estenoses (estreitamentos) e obstruções nos vasos sanguíneos. Essas condições podem resultar em padrões de fluxo turbulentos, indicados por áreas de cores anômalas, como turbulência ou reversão.
  • Detectando trombos e anomalias vasculares: Além de estenoses, o Doppler colorido é sensível na detecção de trombos (coágulos sanguíneos) e outras anomalias vasculares. Alterações no padrão de cores podem indicar a presença dessas condições, fornecendo informações cruciais para o diagnóstico e plano de tratamento.
  • Relatório e diagnóstico: Com base nas informações obtidas, o médico emite um relatório detalhado, que inclui diagnósticos precisos sobre a saúde vascular do paciente. Isso permite intervenções precoces e tratamentos direcionados, otimizando o cuidado do paciente.

Gostou de saber sobre a utilização da ultrassonografia com Doppler colorido em avaliações vasculares? O Instituto da Imagem trabalha com diagnóstico médico por imagem e conta com uma equipe especializada altamente qualificada, assim como equipamentos modernos.

Trabalhamos com exames de Ressonância Magnética, Tomografia Computadorizada, Ultrassonografia Geral e Obstetrícia, Mamografia e Raio-X, atendendo as cidades de Sumaré, Hortolândia, Nova Odessa, Monte Mor, Americana, Paulínia, Santa Bárbaro D’Oeste, Cosmópolis, Elias Fausto e a região metropolitana de Campinas.

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Alzheimer tem cura?

A doença de Alzheimer é uma condição neurodegenerativa progressiva que afeta principalmente a função cognitiva, a memória e o comportamento. Nomeada em homenagem ao médico alemão Alois Alzheimer, que a descreveu pela primeira vez em 1906, a doença é a forma mais comum de demência e representa um desafio significativo para os indivíduos afetados, suas famílias e a sociedade como um todo.

Até o ano de 2021, cerca de 1 milhão de brasileiros sofriam de demência, a maioria dos quais tinha a doença de Alzheimer (fonte: Portal G1).

No post de hoje vamos entender as possíveis causas do Alzheimer, o diagnóstico e se o Alzheimer tem cura.

O que é Alzheimer?

A Doença de Alzheimer é uma doença degenerativa do cérebro. Funções cerebrais como memória, linguagem, cálculo e comportamento são comprometidas de forma lenta e progressiva, levando o paciente a uma dependência para executar as atividades da vida diária.

É um processo diferente do envelhecimento cerebral, pois ocorrem alterações patológicas no tecido cerebral como a deposição de proteínas anormais e a morte celular (fonte: Vida Saudável).

Quais as possíveis causas do Alzheimer?

A doença de Alzheimer (DA) resulta de falhas no processamento de proteínas, incluindo tau e beta amilóide, que se acumulam no tecido cerebral e levam à morte neuronal.

Os fatores de risco, divididos em genéticos e ambientais, estão associados ao aparecimento precoce ou tardio da doença. Fatores genéticos estão ligados a formas mais agressivas, enquanto o envelhecimento é o principal fator de risco ambiental. Outros elementos, como baixa escolaridade, hipertensão, diabetes, obesidade e estilo de vida, podem ser prevenidos e modificados. Conhecer o histórico familiar, adotar hábitos saudáveis e fazer consultas regulares são práticas essenciais para reduzir o risco de Alzheimer.

Como é feito o diagnóstico do Alzheimer?

O diagnóstico atualmente se dá com a entrevista médica e a exclusão de outras doenças por meio de exames de sangue e de imagem (tomografia ou ressonância magnética), além de uma avaliação neuropsicológica (expandida ou computadorizada).

Não existe ainda um marcador biológico da doença ou um exame único que o médico possa pedir e ter a segurança total do diagnóstico. Recentes avanços laboratoriais têm melhorado a acurácia diagnóstica (fonte: Vida Saudável).

Alzheimer tem cura?

Conhecido como um dos fatores responsáveis pela perda da memória com o passar dos anos, como já vimos, o Alzheimer é uma doença progressiva neurodegenerativa. Caracterizada pela morte das células cerebrais, causando a perda das funções cognitivas, trata-se de uma patologia que afeta, geralmente, pessoas idosas, acima de 65 anos de idade.

Apesar de ser considerada incurável, os sintomas do Alzheimer podem ser minimizados, controlados e até mesmo retardados por meio de cuidados e tratamentos médicos (fonte: ALEGO).

Quais os tipos de tratamento para o Alzheimer?

Sem saber a real causa do Alzheimer, não há cura. O objetivo dos médicos, então, é tentar desacelerar o seu avanço e dar a melhor qualidade de vida possível a quem é diagnosticado.

Ajustes no estilo de vida são importantes no controle dos sintomas. A orientação é buscar uma alimentação saudável, praticar exercícios físicos e atividades que ajudem na cognição.

Há medicamentos que ajudam a aliviar o pior sintoma que é a perda da memória. É o caso dos inibidores de acetilcolinesterase, que servem para quadros leves e moderados. Eles impedem a degradação do neurotransmissor acetilcolina, que possui papel na memória.

Outra opção são os remédios à base de memantina, que ameniza as consequências do excesso de glutamato, outra substância da química cerebral que é prejudicial quando está em níveis elevados, e está envolvida em funções de memória e aprendizado (fonte: Veja Saúde).

Gostou de saber mais sobre o Alzheimer? O Instituto da Imagem trabalha com diagnóstico médico por imagem e conta com uma equipe especializada altamente qualificada, assim como equipamentos modernos.

Trabalhamos com exames de Ressonância Magnética, Tomografia Computadorizada, Ultrassonografia Geral e Obstétrica, Mamografia e Raio-X, atendendo as cidades de Sumaré, Hortolândia, Nova Odessa, Monte Mor, Americana, Paulínia, Santa Bárbaro D’Oeste, Cosmópolis, Elias Fausto e a região metropolitana de Campinas.

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Dor nas pernas: veja quando é preocupante

De acordo com o Instituto Barão, a dor nas pernas pode ser contínua ou intermitente, desenvolver-se súbita ou gradualmente e afetar toda a perna ou uma área localizada, como o tornozelo ou o joelho. Pode assumir várias formas – em facada, em peso, cansaço, maçante, dolorido ou em formigamento.

Algumas dores nas pernas são simplesmente irritantes, mas dores nas pernas mais intensas podem até afetar sua capacidade de andar e limitar suas atividades diárias.

No post de hoje vamos entender as possíveis causas das dores nas pernas e quando devemos nos preocupar.

Quais as possíveis causas de dores nas pernas?

As dores nas pernas podem ser causadas por uma variedade de fatores, desde problemas temporários e benignos até condições médicas mais sérias. É importante entender que a dor nas pernas é um sintoma, e não uma condição em si mesma.

Portanto, identificar a causa subjacente é fundamental para determinar o tratamento adequado. Veja algumas das possíveis causas de dores nas pernas:

  • Cansaço e esforço excessivo: Um dos motivos mais comuns para dor nas pernas é o cansaço muscular devido a atividades físicas intensas, como corrida, caminhada ou exercícios de musculação. Isso pode resultar em dores musculares temporárias.
  • Lesões: Lesões, como distensões musculares, entorses ou contusões, podem causar dor nas pernas. Estas são frequentemente causadas por acidentes, quedas ou esforços excessivos.
  • Cãibras musculares: As cãibras nas pernas podem ser extremamente dolorosas e ocorrer devido à desidratação, deficiência de eletrólitos, exercício excessivo ou condições médicas subjacentes.
  • Problemas ortopédicos: Condições ortopédicas, como osteoartrite, artrite reumatoide, escoliose, hérnia de disco ou outros problemas na coluna vertebral, podem irradiar a dor para as pernas.
  • Problemas circulatórios: Doenças circulatórias, como a aterosclerose (estreitamento das artérias devido ao acúmulo de placas de gordura) ou trombose venosa profunda, podem causar dor nas pernas devido à má circulação sanguínea.

Outras causas para essas dores

Para além destas causas, há outras que causam ou contribuem para as dores nas pernas. Veja:

  • Neuropatia: Condições como a neuropatia periférica, diabetes ou síndrome das pernas inquietas podem causar desconforto e dor nas pernas devido a danos nos nervos.
  • Infecções: Infecções como celulite, osteomielite ou erisipela podem causar dor nas pernas devido à inflamação e infecção nos tecidos.
  • Fatores posturais: Uma postura inadequada ao caminhar, ficar em pé ou sentar-se por longos períodos pode levar a tensões musculares e, consequentemente, à dor nas pernas.
  • Gravidez: Mulheres grávidas frequentemente experimentam dores nas pernas devido ao aumento do peso e à pressão sobre os músculos e articulações.
  • Doenças sistêmicas: Doenças como lúpus, fibromialgia ou síndrome de Ehlers-Danlos podem causar dor generalizada no corpo, incluindo nas pernas.

Quando as dores nas pernas passam a ser preocupantes?

Como vimos, as dores nas pernas podem ser sinais comuns em algumas condições, sendo que muitas delas são passageiras. Porém, em algumas situações, essas dores podem ser um sinal mais alarmante:

  • Duração persistente: Se a dor dura mais de algumas semanas.
  • Intensidade extrema: Se a dor é extremamente intensa e afeta suas atividades diárias.
  • Inchaço visível: Se as pernas estiverem inchadas, vermelhas ou quentes.
  • Dormência e formigamento: Se a dor nas pernas vier com dormência, formigamento ou fraqueza.
  • Febre: Se houver febre junto com a dor.
  • Histórico de câncer: Se você tem um histórico de câncer e a dor nas pernas é inexplicável.
  • Lesões graves: Após lesões graves, como quedas de altura.
  • Sintomas adicionais: Se a dor nas pernas for acompanhada de problemas respiratórios, dor no peito, confusão, sudorese intensa, desmaio, náuseas ou vômitos.

Em tais casos, é importante buscar atendimento médico para avaliar a causa subjacente e obter tratamento adequado.

Gostou de saber mais sobre as dores nas pernas e as possíveis causas? O Instituto da Imagem trabalha com diagnóstico médico por imagem e conta com uma equipe especializada altamente qualificada, assim como equipamentos modernos.

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Ultrassonografia para o diagnóstico de cálculo renal

Os cálculos renais, também conhecidos como pedras nos rins, são formações sólidas que se desenvolvem nos rins a partir de substâncias presentes na urina. Essas pedras podem variar em tamanho, desde pequenos grãos até formações maiores. Os principais componentes dos cálculos renais incluem cálcio, oxalato, fosfato e ácido úrico.

Estima-se que 15% da população possa ser acometida pelo cálculo renal e que cerca de 1,5 milhões de brasileiros apresentam algum tipo de disfunção renal.  De acordo com um levantamento feito pelo Centro de Referência da Saúde do Homem da Secretaria de Estado da Saúde, o número de pacientes atendidos com cálculo renal aumenta cerca de 30% durante o Verão (fonte: Hospital de Clínicas da Unicamp).

No post de hoje vamos entender as causas, os sintomas e como diagnosticar o cálculo renal.

O que causa o cálculo renal?

A pedra no rim é formada quando a urina apresenta quantidades maiores que o normal de cálcio, oxalato e ácido úrico, ou quando há uma diminuição de fatores que impediriam a aglomeração desses cristais, como o citrato. De modo geral, essas substâncias formam pequenos cristais que, consequentemente, se transformam em pedras, ou cálculos. Diversos fatores causam a formação dessas pedras, como:

  • Predisposição genética;
  • Volume insuficiente de urina;
  • Sedentarismo;
  • Perda de peso substancial;
  • Dieta rica em proteínas e em sal;
  • Baixa ingestão de líquidos;
  • Hiperparatireoidismo (transtorno hormonal relacionado ao metabolismo do cálcio);
  • Doenças inflamatórias intestinais, como a doença de Crohn.

Quais os sintomas mais comuns do cálculo renal?

Os sintomas de cálculo renal podem variar de acordo com o tamanho e a localização da pedra. Vamos ver quais são os sintomas mais comuns:

  • Dor intensa na região lombar, que pode irradiar para o abdômen, virilha ou testículo.
  • Náusea e vômito.
  • Sangue na urina.
  • Alterações na micção, como aumento da frequência urinária, urgência para urinar e dificuldade para urinar

Como é feito o diagnóstico do cálculo renal?

Os exames de imagem são essenciais para confirmar o diagnóstico de cálculo renal e determinar o tamanho e a localização da pedra. Os exames mais comuns são:

  • Raio X de abdômen e pelve: pode identificar cálculos de cálcio e oxalato.
  • Ultrassonografia do trato urinário: pode identificar cálculos de qualquer tipo.
  • Tomografia computadorizada do trato urinário: é o exame mais preciso para o diagnóstico de cálculo renal.

Em alguns casos, o médico pode solicitar outros exames, como análise de urina, para identificar a composição da pedra e orientar o tratamento.

Buscando ajuda médica

Caso o paciente apresente cálculos assintomáticos, identificados em exames de rotina, o ideal é procurar um urologista que irá solicitar os exames específicos para tratar a questão.

Por outro lado, se a pessoa está sentindo dor ou qualquer outro sintoma de pedras nos rins, a melhor solução é ir direto a um pronto-socorro, pois, no início das crises, é possível tratar o problema e minimizar complicações. Por fim, quando há a formação de cálculos de repetição, procura-se um nefrologista que fará a avaliação da composição da urina e investigará a existência de problemas que facilitam a formação dos cálculos (fonte: Minha vida Saúde).

Gostou de saber mais sobre cálculo renal? O Instituto da Imagem trabalha com diagnóstico médico por imagem e conta com uma equipe especializada altamente qualificada, assim como equipamentos modernos.

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Densitometria óssea: tudo o que você precisa saber

A densitometria óssea é um exame utilizado nos diagnósticos de doenças como a osteoporose ou osteopenia. Apesar de não ser tão conhecido, é um dos exames de imagem mais eficientes para os diagnósticos destas doenças.

Nesse post falaremos sobre tudo o que você precisa saber sobre a densitometria óssea e o porquê ela é essencial para o diagnóstico de algumas doenças.

O que é densitometria óssea?

A densitometria óssea é um procedimento realizado para investigar possíveis perdas na massa óssea que podem ser causadas por osteoporose ou osteopenia.

O procedimento é rápido e indolor, levando não mais que 15 minutos para ser realizado. O exame se assemelha ao raio X e mede a densidade mineral óssea, avaliando os riscos de fraturas no paciente.

Além disso, o procedimento tem baixa dose de radiação.

Como é realizado o exame de densitometria óssea?

Como foi visto, o procedimento é realizado em um aparelho semelhante ao de raio X, onde o paciente precisa deitar em uma maca e permanecer nessa posição até que o aparelho de densitometria óssea passe pelo seu corpo.

Dessa forma, serão captadas as imagens da região da coluna e do quadril. O exame de imagem tem baixa radiação e é completamente seguro, rápido e indolor, além de muito eficaz para o diagnóstico de determinadas doenças.

Quais são as indicações para o exame de densitometria óssea?

Sabemos que o procedimento é indicado para investigar doenças, tais como a osteoporose e osteopenia.

No entanto, existem algumas indicações específicas em que o exame se faz necessário. Entenda:

  • Mulheres acima dos 65 anos e homens acima dos 70 anos;
  • Mulheres com alguma fratura por fragilidade óssea;
  • Mulheres acima de 40 anos, entrando na menopausa e com fatores de risco;
  • Mulheres em tratamento para osteoporose, para monitoramento de sua eficiência;
  • Mulheres com diagnóstico ou tratamentos que podem causar perda óssea acelerada ou osteoporose;
  • Pessoas que registraram redução de altura maior que 2,5 centímetros;
  • Pacientes com cifose torácica;
  • Pacientes que fazem uso prolongado de reposição hormonal.

Quais são os preparos específicos para a realização do exame de densitometria óssea?

O preparo para o exame de densitometria óssea é relativamente simples. O paciente deve estar vestindo roupas confortáveis e sem acessórios metálicos como brincos, colares, aliança, dentre outros.

É importante ressaltar que no dia do exame devem ser suspendidos todos os suplementos ou comprimidos que contenham cálcio, caso o paciente esteja fazendo uso.

Além disso, o paciente deve se certificar de não ter feito exames de medicina nuclear nos dias que antecedem ao procedimento de densitometria óssea. Outra informação importante é que o exame não é indicado para mulheres grávidas.

Caso o paciente tenha realizado exames anteriores relacionados à coluna ou ao quadril, é recomendado que ele leve estes para possíveis análises e comparações. 

Qual a importância da do exame de densitometria óssea no diagnóstico precoce?

Doenças ósseas, como a osteoporose, impactam seriamente a qualidade de vida dos pacientes, pois afeta a resistência dos ossos, tornando a possibilidade de fraturas muito maior.

Geralmente, as fraturas ocorrem no quadril, coluna e punho, podendo causar deformidades, perca de mobilidade, dores crônicas na coluna, dependência para realização de atividades e, até mesmo, a morte.

Assim, o exame de densitometria óssea é essencial para o diagnóstico e tratamento precoce da doença. Com o diagnóstico mais cedo, é possível melhorar e aumentar a qualidade e expectativa de vida da paciente que, em sua maioria, são mulheres.

Dessa forma, entendemos a importância de procurar um profissional de saúde para realização do exame caso você tenha algum sintoma como dores de coluna e quadril, ou se enquadre em um dos critérios indicados para investigação da doença.

Se você está em busca de um procedimento que possa auxiliar em um diagnóstico eficiente e adequado, nós podemos te ajudar!

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Dia mundial de combate ao Câncer de Pulmão

Dia mundial de combate ao Câncer de Pulmão: A tomografia como aliada no diagnóstico precoce do câncer de pulmão

Você sabia que o câncer de pulmão é o segundo câncer mais comum no Brasil, ficando atrás apenas do câncer de melanoma? Estima-se que cerca de 75% dos casos são diagnosticados tardiamente o que, consequentemente, leva a diminuição das chances de cura.

Por isso, a detecção precoce é fundamental para o tratamento da doença. Os exames de imagem, especificamente a tomografia, é um recurso importante para o diagnóstico precoce da doença.

No post de hoje, em homenagem ao dia 1 de agosto (Dia Mundial ao Combate ao Câncer de Pulmão), falaremos sobre o que é e qual a importância da tomografia no diagnóstico precoce do câncer de pulmão.

O que é o câncer de pulmão?

O pulmão, assim como todos os órgãos do corpo, é composto por inúmeras células. Estas células se dividem e se reproduzem de forma ordenada e controlada no organismo.

No entanto, quando acontece uma alteração na reprodução destas células, descontrolando esse processo, o organismo produz excesso de tecido, dando origem ao tumor.

Quando o tumor é maligno, o seu crescimento invade e destrói os tecidos sadios à sua volta. Em alguns casos, as células podem se desprender do tumor de origem, se espalhando por meio da corrente sanguínea e dos vasos linfáticos, dando origem a novos tumores. Quando isso ocorre, acontece o que chamamos de metástase.

Como detectar o câncer de pulmão?

Normalmente, os sintomas do câncer de pulmão não aparecem em seu estágio inicial. Por isso, é recomendado, em alguns casos específicos, a realização de exames que visam rastrear a doença.

Dentre os principais critérios para rastreamento da doença, estão: ter idade entre 50 e 80 anos, ser fumante ou ter histórico de tabagismo, não apresentar sintomas aparentes, dentre outros.

Os sintomas geralmente só costumam aparecer em um estágio avançado da doença. Por isso, para a detecção precoce da doença, o uso de exames de imagem é essencial, como a tomografia computadorizada, por exemplo.

Como a tomografia pode ajudar no diagnóstico precoce do câncer de pulmão?

A tomografia é um exame de imagem simples, utilizado para rastrear a doença, ou seja, é usado para confirmar a presença da doença e o seu estágio, como também identificar ou confirmar a presença de metástase.

Através da tomografia, é possível definir o tratamento mais adequado para a doença, evitando o uso de procedimentos invasivos sem necessidade, como biópsias ou a broncoscopia, por exemplo.

Quais são as vantagens da tomografia no diagnóstico do câncer de pulmão?

Além de evitar que os pacientes passem por procedimentos invasivos como os citados anteriormente, uma das principais vantagens é a detecção precoce da doença. A tomografia também tem o benefício de ter pouca radiação, o que é essencial para não comprometer a saúde do paciente.

Além disso, a tomografia é o exame mais eficaz na detecção precoce do câncer de pulmão, o que aumenta significativamente as chances de cura. Com isso, entendemos que este exame se faz indispensável também no acompanhamento da doença.

Quando a tomografia é indicada?

Como foi visto, a tomografia computadorizada é indicada para a investigação do diagnóstico da doença em pessoas entre 50 e 80 anos, com hábitos de tabagismo com mais de 30 maços ao ano, ou para aqueles que já têm histórico anterior.

Além disso, também são indicados para aqueles que têm histórico de câncer de pulmão na família.

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5 cuidados antes da ressonância magnética

A ressonância magnética é um dos exames de imagens mais utilizados para analisar situações específicas de saúde em alguns pacientes.

Neste exame, é possível obter imagens em alta resolução do corpo humano que irão auxiliar o médico a conduzir o diagnóstico de maneira correta e eficiente.

Nesse post falaremos como é feita a ressonância magnética e quais são os 5 cuidados necessários antes da realização do exame.

Como é feita a ressonância magnética?

A ressonância magnética é um procedimento indolor que é realizado em um grande equipamento.

O paciente é inserido dentro da máquina e precisa permanecer deitado e imóvel enquanto são capturadas imagens dos órgãos ou áreas que serão analisadas.

Ou seja, é um procedimento de alta precisão, já que é capaz de capturar imagens em 2D e 3D, servindo para identificar uma série de doenças, tais como: aneurismas, tumores, doenças autoimunes, lesões dos órgãos internos ou alterações nas articulações.

Quais são os 5 cuidados necessários antes da ressonância magnética?

O preparo para o exame é simples. No entanto, devem ser tratados com seriedade, pois qualquer intercorrência pode prejudicar a qualidade e execução do procedimento.

Pensando nisso, separamos 5 cuidados essenciais que devem ser tomados antes da realização da ressonância magnética:

Acessórios e objetos metálicos

A máquina utiliza um grande imã para formar o campo magnético, podendo atrair objetos que contenham metais como brincos, aliança e demais acessórios. Por isso, é sempre fundamental a retirada desses itens antes da realização do exame.

Pessoas que possuem marca-passos cardíacos, próteses, fragmentos ou implantes metálicos como aparelhos ortodônticos, DIU e pinos ortopédicos, por exemplo, precisam da avaliação do seu médico para analisar a segurança para a realização do exame.

Contraste

Nem todos os procedimentos precisarão do uso do contraste, medicação segura que é injetada na veia com o objetivo de melhorar a visibilidade de lesões. No entanto, é importante avaliar a sua necessidade.

Em alguns casos em que os pacientes apresentem hipersensibilidade à substância ou em caso de mulheres grávidas que não precisem do uso da medicação em casos específicos, o uso do contraste deve ser evitado.

É importante consultar o seu médico para entender qual é a melhor escolha em casos que seja necessário o uso do contraste, levando em consideração a sua segurança na realização do procedimento. 

Evitar umidade

É necessário evitar qualquer tipo de umidade na realização do exame. Por isso, certifique-se que seu cabelo ou alguma parte de seu corpo não estejam úmidos ou molhados.

Isto também vale para cremes, hidratantes e produtos semelhantes. ‍As moléculas de água são ativadas pelo ímã da ressonância magnética, levando a um aquecimento, o que pode, em alguns casos, chegar a causar queimaduras.

Informar ao médico em caso de situações adversas

Alguns pacientes, especialmente os que têm claustrofobia, podem não se sentir confortáveis em permanecer de 15 minutos a 2 horas  (tempo que pode chegar a durar o procedimento) imóvel dentro de uma máquina. Nesse caso, pode ser aplicada uma sedação rápida.

No entanto, é importante ressaltar que durante o procedimento o paciente pode entrar em contato com a equipe através de um “botão do pânico”, o qual pode ser acionado caso o paciente precise de algum suporte.

Leia atentamente a lista de contraindicações

Ler atentamente a lista de contra indicações e preencher corretamente o questionário que é fornecido no dia do procedimento é essencial.

Estes documentos irão guiar o médico a decidir as melhores condições para a realização do procedimento, como também realizar adaptações em casos específicos.

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Julho roxo: como detectar o câncer de bexiga?

Considerada uma das doenças mais comuns em pessoas entre 60 e 70 anos de idade, o número de casos de câncer de bexiga vem crescendo exponencialmente a cada ano, chegando a 10 mil novos casos somente no Brasil.

O câncer de bexiga é considerado o décimo tipo de câncer com mais incidência no mundo, sendo o sétimo mais comum em homens e o décimo primeiro em mulheres.

Por isso, a detecção precoce faz-se de extrema importância no tratamento eficiente da doença. No post de hoje falaremos sobre o que é, quais são os fatores de risco para a prevenção da doença e como detectar o câncer de bexiga.

O que é o câncer de bexiga?

O câncer de bexiga surge sob a forma de um ou mais tumores pequenos e superficiais, que no caso de permanecerem limitados ao tecido que reveste a bexiga, não é considerado grave.

No entanto, em casos em que o tumor comece a se disseminar no revestimento interno do órgão, invadindo a parede muscular e espalhando-se entre os órgãos, torna-se um tumor invasivo.

Algumas características devem ser levadas em consideração para investigação da doença como, por exemplo, a idade e etnia. O grupo de homens brancos com idade superior a 55 anos é um dos grupos com maior incidência da doença.

Quais são os principais fatores de risco do câncer de bexiga?

Alguns fatores de risco devem ser levados em consideração na prevenção do câncer de bexiga, sendo estes:

  • Tabagismo: o cigarro é o fator de risco mais comum e está associado a doença em mais de 50% dos casos;
  • Uso exacerbado de analgésicos, como a fenacetina;
  • Uso contínuo de medicamentos com ciclofosfamida, como os utilizados em tratamentos para doenças autoimunes;
  • Exposição constante e prolongada a diversos compostos químicos que estão presentes em tintas, borrachas e equipamentos elétricos, fator que está relacionado com, pelo menos, 20% dos casos (Fonte: Pfizer).

Como detectar o câncer de bexiga?

Para o tratamento eficiente da doença, o diagnóstico precoce faz-se de extrema importância. Por esse motivo, é importante estar atento aos sinais.

Dentre os principais sintomas que devem ser observados com atenção, estão:

  • Sangue na urina, dor ou queimação ao urinar;
  • Dor na região inferior da barriga;
  • Aumento da necessidade de urinar;
  • Falta de apetite e fadiga;
  • Perda de peso sem nenhum motivo aparente.

Além disso, é importante ressaltar que alguns dos sintomas podem estar associados a outras doenças. Por esse motivo, é necessário entender qual é o caso do paciente e solicitar os devidos exames, tais como exames de urina e de imagem, tais como a tomografia computadorizada, por exemplo.

Em casos de pacientes propícios à doença ou com histórico familiar, é recomendado o acompanhamento periódico, auxiliando no tratamento precoce em casos de aparecimento da doença.

Como é realizado o tratamento da doença?

O tratamento é realizado de acordo com o grau de evolução da doença, estando entre uma das opções a cirurgia para a retirada do tumor, retirada de parte da bexiga ou do órgão como um todo. Posteriormente, é feita a construção de uma nova bexiga para armazenamento da urina.

Em casos mais avançados da doença, pode ser necessário a retirada integral do órgão, garantindo melhores chances de cura ao paciente.

A quimioterapia pode ser realizada a partir da ingestão de medicamentos, seja esta injetada na veia ou aplicada diretamente na bexiga por um tubo introduzido pela uretra.

Já a radioterapia pode ser indicada em tumores mais agressivos, com o objetivo de buscar preservar o órgão do paciente (fonte: Instituto nacional do Câncer – INCA).

O Instituto da Imagem trabalha com diagnóstico médico por imagem e conta com uma equipe especializada altamente qualificada, assim como equipamentos modernos.

Trabalhamos com exames de Ressonância Magnética, Tomografia Computadorizada, Ultrassonografia Geral e Obstetrícia, Mamografia e Raio-X, atendendo as cidades de Sumaré, Hortolândia, Nova Odessa, Monte Mor, Americana, Paulínia, Santa Bárbaro D’Oeste, Cosmópolis, Elias Fausto e a região metropolitana de Campinas.

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Grávida pode fazer ressonância magnética?

A ressonância magnética é um dos exames mais realizados no mundo, sendo fundamental no diagnóstico de diversas doenças, além de ser considerado uma verdadeira revolução para análise do corpo humano.

Este exame é utilizado em pacientes de todas as idades, desde idosos, adultos, crianças e bebês. Também é utilizado, praticamente, em todas as especialidades por ser um exame completo e preciso.

No texto de hoje, vamos entender o que é a ressonância magnética, sua importância e se este procedimento é ou não permitido para mulheres grávidas.

O que é ressonância magnética e qual a sua importância?

A ressonância magnética é um exame de imagem utilizado na análise de doenças cervicais, neurológicas, cardíacas, abdominais e ortopédicas.

O exame é realizado através de uma grande máquina onde o paciente permanece deitado enquanto são capturadas imagens, que podem ser em 2D ou 3D. Essas imagens são criadas por meio de um campo magnético.

No geral, o exame tem duração de 15 a 30 minutos, mas pode chegar a durar até 2 horas, dependendo da parte do corpo a ser examinada.

Este exame tem um alto nível de precisão e, por esse motivo, é fundamental no diagnóstico de doenças como infarto, câncer, fraturas, inflamações no cérebro, dentre outros.

Entre os seus principais benefícios, estão: menores chances de efeitos colaterais, imagens de alta definição e não utilizar radiação.

Grávidas podem fazer ressonância magnética?

As evidências científicas atuais não comprovam que a exposição ao exame seja prejudicial ao bebê, mesmo no primeiro trimestre da gravidez. No entanto, alguns médicos indicam a realização do exame apenas no segundo trimestre da gravidez como forma de evitar possíveis riscos.

É importante lembrar que deve ser levado em consideração a urgência na realização do exame em mulheres grávidas que, em alguns casos, precisa ser realizado mesmo que  ainda esteja no primeiro trimestre da gestação. Algumas situações:

  • Lesões no cérebro ou na medula espinhal da mãe;
  • Grávidas com câncer;
  • Grávidas com doenças torácicas graves, abdominal ou pélvica, que não foram diagnosticadas pela ultrassonografia;
  • Casos específicos de anomalia fetal ou desordem fetal complexa.

Por que o uso do contraste paramagnético deve ser evitado em mulheres grávidas?

Conforme pontua a dra. Janiele Sales, apesar de não haver dados científicos que comprovem que o uso de gadolínio – o contraste paramagnético – possa causar algum dano ao bebê, alguns estudos recentes associam o uso do contraste a complicações neonatais e aumento de riscos de efeitos colaterais para o bebê após o seu nascimento.

O uso de contraste à base de gadolínio gera uma preocupação em relação ao feto, já que esse meio de contraste é capaz de atravessar a barreira placentária, sendo indefinido por quanto tempo pode permanecer na circulação do feto (Fonte: SPRnotícias) .

Por esse motivo, o mesmo é evitado na maioria das vezes pelos médicos, sendo analisada a necessidade do uso em alguns casos mais específicos.

Dessa forma, é de fundamental importância da grávida, juntamente com o seu médico, analisarem a necessidade e os riscos, visto que em alguns casos não há a necessidade de utilizar esse contraste.

A ressonância magnética, assim como exames de imagem, tais como a tomografia computadorizada e o raio-x digital, são exames eficientes que auxiliam no diagnóstico de diversas doenças, auxiliando em seu descobrimento precoce e tratamento adequado.

Por ser um exame ainda mais preciso que os exames de imagens convencionais e não utilizar a radiação em sua realização, é considerado uma das melhores opções para mulheres grávidas que estão em busca de algum diagnóstico mais específico.

Dessa forma, o exame é de grande ajuda para o médico compreender e analisar a situação, conduzindo a paciente a um tratamento adequado e preciso.

O Instituto da Imagem trabalha com diagnóstico médico por imagem e conta com uma equipe especializada altamente qualificada, assim como equipamentos modernos.

Trabalhamos com exames de Ressonância Magnética, Tomografia Computadorizada, Ultrassonografia Geral e Obstétrica, Mamografia e Raio-X, atendendo as cidades de Sumaré, Hortolândia, Nova Odessa, Monte Mor, Americana, Paulínia, Santa Bárbaro D’Oeste, Cosmópolis, Elias Fausto e a região metropolitana de Campinas.

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Acidente Vascular Cerebral: como os exames de imagem ajudam a detectar este problema?

O AVC (Acidente Vascular Cerebral) foi uma das principais causas de óbito no Brasil em 2022, contabilizando 87.518 mortes de brasileiros (entre 1 de janeiro até 13 de outrubro de 2022) de acordo com os dados do Sistema de Informações sobre Mortalidade do Ministério da Saúde (fonte: portal AVC).

Essa doença causa um grande impacto na sociedade e na gestão de saúde, gerando dúvidas e confusões sobre o tratamento e prevenção.

No texto de hoje, vamos abordar o que é AVC e como os exames de imagem auxiliam na detectação deste problema, possibilitando melhores chances de recuperação.

O que é Acidente Vascular Cerebral?

Conforme pontua o Ministério da Saúde, o Acidente Vascular Cerebral (conhecido popularmente pela sua sigla AVC) é um doença que atinge mais o homens, sendo uma das principais causas de morte, incapacitação e internações em todo o mundo.

O AVC acontece quando os vasos que levam sangue ao cérebro entopem ou se rompem, gerando uma paralisia na região cerebral que ficou sem a devida circulação sanguínea.

Existem dois tipos de AVC:

  • AVC hemorrágico: quando há o rompimento do vaso, causando hemorragia na região cerebral. Ele é responsável por apenas 15% de todos os casos de AVC, mas é o tipo que possui maior mortalidade;
  • AVC isquêmico: é quando ocorre a obstrução de uma artéria, impossibilitando o transporte do oxigênio para o cérebro. Esse tipo de AVC representa 85% dos casos e, geralmente, essa obstrução é causada por uma trombose ou embolia.

O que vale ressaltar é que quanto mais rápido e preciso for detectado o AVC, melhores as chances de tratamento e recuperação plena, evitando prejuízos para o organismo.

Quais são os sintomas do AVC?

É preciso ficar atento a qualquer sintoma do AVC, principalmente quando se tem histórico familiar.

De acordo com o portal Hospital Santa Mônica, os principais sintomas são:

  • Problemas para entender o que os outros estão dizendo;
  • Dificuldade na fala;
  • Paralisia ou dormência da face, braço ou perna;
  • Dor de cabeça súbita e forte;
  • Problemas de visão em um ou ambos os olhos, como a visão turva ou escurecida;
  • Dificuldade em andar, perda de equilíbrio e tonturas repentinas.

Estando alerta em relação aos sintomas, é possível providenciar ajuda médica mais rápido e garantir maior eficácia no tratamento.

As principais causas do AVC

Segundo o portal Tua Saúde, é preciso entender que as causas do AVC isquêmico e do hemorrágico são diferentes. Por exemplo:

  • Causas do AVC isquêmico: tabagismo, má alimentação, pressão arterial alta, colesterol alto, diabetes, alterações no coração ou vasos sanguíneos, uso de droga ilícitas e outras causas menos comuns (lúpus, anemia falciforme ou trombofilias);
  • Causas do AVC hemorrágico: pressão arterial alta, traumatismo crânio-encefálico, aneurisma cerebral, uso de anticoagulantes e outras causas menos comuns (como hemofilia, trombocitemia, inflamações dos pequenos vasos cerebrais, tumor cerebral e uso de drogas ilícitas).

Como os exames de imagem auxiliam o diagnóstico do AVC?

Existem vários fatores que agregam na recuperação completa pós AVC, como a agilidade no socorro, o diagnóstico precoce e o tratamento eficiente. Sendo assim, os exames de imagens são cruciais para o diagnóstico mais preciso.

Conforme orienta a revista Gazeta do Povo, os principais exames de imagem que diagnosticam esta condição são:

  • A tomografia computadorizada, que tem como objetivo de confirmar ou negar a presença do componente hemorrágico. É uma ferramenta fundamental para a conduta médica;
  • E a ressonância magnética, que possibilita a detectação de lesões em fases mais precoces.

Além disso, o exame de doppler de artérias carótidas e vertebrais também auxilia o diagnóstico de estreitamentos, placas de gordura, dilatações e más-formações, enquanto os exames de angiografias servem para avaliar ar artérias e veias cerebrais.

Portanto, cuidar da saúde é coisa séria e realizar os exames preventivos é crucial para maiores chances de sucesso durante a recuperação de qualquer má condição de saúde.

O Instituto da Imagem trabalha com diagnóstico médico por imagem e conta com uma equipe especializada altamente qualificada, assim como equipamentos modernos.

Trabalhamos com exames de Ressonância Magnética, Tomografia Computadorizada, Ultrassonografia Geral e Obstétrica, Mamografia e Raio-X, atendendo as cidades de Sumaré, Hortolândia, Nova Odessa, Monte Mor, Americana, Paulínia, Santa Bárbaro D’Oeste, Cosmópolis, Elias Fausto e a região metropolitana de Campinas.

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O Instituto da Imagem é uma Clínica de Diagnóstico Médico por Imagem que atende as cidades de Sumaré, Hortolândia, Nova Odessa, Monte Mor, Americana e a região metropolitana de Campinas.

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