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Por que uma alimentação saudável pode prevenir o câncer?

Algumas pessoas costumam dizer que câncer é o mal do século. É uma doença que mata de forma assustadora e não existe uma regra para quem a desenvolve. Porém, algumas atitudes podem contribuir na prevenção. E esse é o caso da alimentação saudável.

A qualidade de vida que um bom hábito alimentar traz é inegável. Uma dieta equilibrada e rica em frutas, verduras, legumes e cereais e pobre em alimentos processados, como aqueles para consumo imediato e bebidas açucaradas, ajudam e muito a prevenir possíveis tumores. Segundo pesquisas, 35% dos casos de câncer podem ser evitados apenas alterando a alimentação.

O que é verdade, já que alguns alimentos funcionam como antixoxidantes que fornecem ao organismo vitaminas e substâncias que combatem os radicais livres que atacam as células.

Já as fibras são importantes para garantir um equilíbrio do organismo, o que pode prevenir também vários tipos de câncer e outras doenças. Esse tipo de nutriente ajuda na limpeza de substâncias que podem ser agentes promotores do câncer.

Uma dieta balanceada é comporta por uma prato com 25% de proteína, 25% de carboidratos em geral e 50% de vegetais. Alguns alimentos que contribuem com a prevenção do câncer:

  • Espinafre: Vegetais de folhas verde escuras trazem benefícios para a saúde, mas o espinafre se destaca. Isso acontece pela riqueza de ácido fólico e vitamina E do alimento. A insuficiência de ácido fólico está associada a um risco maior de surgimento de tumores por ser uma substâncias essencial para o funcionamento de enzimas que fazem a manutenção do DNA das células. Já a vitamina E é antioxidante. Combate a ação dos radicais livres e tem poder especial contra o câncer de próstata.
  • Uvas escuras: Esse tipo de uva é rica em resveratrol, uma substância capaz de combater o câncer e potencializar a quimioterapia em pacientes já em tratamento. Ela aumenta a capacidade de morte das células defeituosas, diminuiu o aumento das malignas e regula seu ciclo de vida.
  • Castanha-do-pará: É uma oleaginosa rica em selênio, um mineral que é antioxidante. Uma casta ao dia já supre a necessidade de selênio do organismo. Mais do que duas castanhas diária já não é recomendado, pois a substância pode se acumular de forma prejudicial.
  • Alho: Ao ser amassado, o dente de alho produz um composto capaz de reduzir o crescimento e matar células defeituosas, o que evita um tumor maligno. Além disso, o alimento contém selênio, vitamina C, manganês e vitamina B6, antixoxidantes poderosíssimos. Pode ser eficiente na prevenção de câncer de esôfago, estômago, intestino, mama, cólon de útero e próstata.
  • Salmão: Tanto o salmão quanto outros peixes gordurosos e de água salgada tem um alto conteúdo de omega-3, um ácido graxo com poder antioxidante. Além disso, o omega-3 previne o envelhecimento precoce das células, o que ajuda na reprodução. O consumo também deve ser moderado, podendo ter um efeito reverso.
  • Goiaba: Frutas e legumes amarelos, laranjas e vermelhos são ricos em carotenoides, substâncias que ajudam na prevenção do câncer de pele, mama e próstata. Já a goiaba é rica em licopeno, substância poderosa no combate aos danos causados pelos radicais livres nas células.
  • Molho de tomate: Assim como a goiaba, o tomate é rico em licopeno. A diferença, nesse caso, é que ele fica dentro das células e é liberado quando a fruta é aquecida. Dentro do nosso corpo, a absorção é facilidade pela presença da gordura.

Além disso, todos os alimentos com vitamina A (alimentos amarelos e vermelhos), Vitamina C (frutas cítricas), Vitamina E (óleos vegetais, grãos e nozes), Zinco (castanhas) e Selênico (carnes, leites, nozes e castanhas) também cooperam na hora de evitar tumores. Chia, soja, linhaça são outras opções que podem fazer parte de um cardápio equilibrado.

Já os alimentos que aumentam o risco de se ter um câncer já são bem conhecidos: adoçantes artificiais, alimentos ricos em gorduras e açúcares, carnes vermelhas em excesso, embutidos e alimentos cheios de conservantes e corantes. Você pode consumi-los, mas sempre com cuidado e moderação, já que a obesidade e o excesso de gordura corporal são fatores que contribuem para o surgimento da doença.

Se você ainda tem alguma dúvida sobre isso, sugerimos a leitura do Guia Alimentar para a População Brasileira (http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/guia_alimentar_populacao_brasileira_2ed.pdf), uma produção do Ministério da Saúde e divulgado pelo INCA (Instituto Nacional do Câncer).

Caso queira saber mais como ter uma alimentação saudável, ainda sugerimos alguns livros:

1. Michael Pollan – Em defesa da Comida
O autor é o queridinho de quem quer comer bem e sem neuras. Jornalista que já escreveu vários outros livros sobre o assunto e tem conceitos aplicáveis no dia a dia.

2. Dr. Alberto Peribanez Gonzalez – Lugar de médico é na cozinha
Com o foco na alimentação, o autor encontra em estudos científicos respostas cruciais para cura, saúde e bem-estar por meio da comida.

3. Regina Racco – A deliciosa cozinha sem glúten
Este livro de receitas sem glúten é ideal para o profissional que se preocupa em fornecer um serviço diferenciado aos seus pacientes, já que ele permite compartilhar receitas específicas para celíacos e dá suporte para os tratamentos que terão de receitar

4. Marcia Daskal Hirschbruch – Nutrição esportiva: uma visão prática
Um livro cheio de experiências dos que se especializaram na nutrição esportiva, com modalidades que vão desde o basquete até o skate. Repleto de relatos do dia a dia nutricional de atletas.

5. Gillian Mckeith – Você é o que você come
Falar em mudança de hábitos é assustador para a maioria das pessoas. Falar em alimentação natural também. Mas é estranho porque todo mundo sabe que são esses os ingredientes principais para garantir saúde, sentir-se atraente e viver de bem com o próprio corpo. Sem dúvida, é isso o que todo mundo deseja. Um livro recheado de imagens e cheio de vida.

Além de cuidar da alimentação, praticar atividade físicas e buscar manter o peso ideal é essencial para contribuir com o não surgimento do câncer. Essa doença ainda mata muita gente todos os anos e vai continuar assim, mas a prevenção é essencial para que possamos diminuir os casos.

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Outubro Rosa: quais os principais sintomas e tratamentos do câncer de mama?

Com a chegada do Outubro Rosa, o câncer de mama volta ao centro das atenções. E os dados preocupam: 60 mil novos casos todos os anos apenas no Brasil. Entre mulheres, é o mais comum no mundo e segundo mais comum no Brasil e representa cerca de 28% dos casos novos de câncer em mulheres. Mas um diagnóstico de câncer de mama não é o fim. Diagnosticado precocemente, as chances de cura são de 95%.

Essa doença é relativamente rara antes dos 35 anos. Acima dessa idade, os casos crescem progressivamente e tem um aumento drástico após os 50 anos. Existem vários tipos de câncer de mama. Alguns evoluem de forma rápida, outros são mais lentos. A maioria tem um bom prognóstico, o que ajuda no processo de cura.

Para ajudar na conscientização, a campanha Outubro Rosa busca, todos os anos, atingir os mais diversos meios para uma divulgação eficiente. O problema é que, mesmo com grande visibilidade, a campanha ainda não é eficaz.

Mesmo a mamografia sendo essencial a partir dos 40 anos, 3,8 milhões de mulheres entre 50 e 69 anos nunca fizeram o exame, segundo dados da PNS (Pesquisa Nacional de Saúde). Isso é um número muito alto. Uma das intenções da campanha é aumentar o número de mulheres que buscam pela mamografia, além de visitar o médico ginecologista anualmente como maior forma de detecção precoce e assertiva, o que torna-se também uma forma de prevenção secundária.

Alguns outros exames também são necessário quando é encontrado um nódulo na região mamária:

  • Biópsia: para análise do nódulo
  • Ultrassonografia de mama: quando não é possível distinguir o cisto do nódulo
  • Ressonância Magnética: é o exame que transforma o resultado em imagens

 

PREVENÇÃO

É difícil falar de prevenção quando se trata de uma doença como o câncer. É uma doença que pode surgir do nada, mesmo levando em conta todas as possibilidades de se prevenir. Mas, para diminuir a chance do desenvolvimento de um câncer mamário, alguns cuidados na fase fértil e na menopausa devem ser tomados:

  • Boa alimentação: evitar gordura animal e privilegiar verduras que contenham princípios antiproliferativos, como brócolis e repolho;
  • Fazer exercícios físicos regularmente;
  • Evitar fumar e bebidas alcoólicas;
  • Amamentar os filhos por um longo período;
  • Mulheres na menopausa devem realizar a reposição hormonal sob orientação e acompanhamento do seu mé

Mulheres com histórico significativo de câncer de mama na família podem realizar um teste para análise de mutações genéticas que predispõe a doença. Caso o risco de desenvolvimento do câncer de mama seja muito alto, é possível considerar em casos raros a mastectomia profilática, que é a remoção da mama antes do aparecimento da doença.

SINTOMAS

Segundo o Ministério da Saúde, o sintoma mais comum ainda é o aparecimento de nódulo, geralmente indolor, porém duro e irregular. Mas não é uma certeza. Alguns nódulos são brandos e definidos. Alguns outros sintomas:

  • Edema cutâneo (na pele), semelhante à casca de laranja;
  • Retração cutânea;
  • Dor;
  • Inversão do mamilo;
  • Assimetria nas mamas;
  • Hiperemia;
  • Descamação ou ulceração do mamilo;
  • Secreção papilar, especialmente quando é unilateral e espontânea. A secreção associada ao câncer geralmente é transparente, podendo ser rosada ou avermelhada devido à presença de glóbulos vermelhos. Podem também surgir linfonodos palpáveis na axila.

Esses são sinais que devem ser investigados e merecem atenção da mulher. Nada impede que tais sintomas estejam relacionados a qualquer outra doença benigna. Porém, a atenção feminina em relação ao corpo é extremamente necessária.

TRATAMENTO

Segundo o INCA (Instituto Nacional do Câncer do Ministério da Saúde), o tratamento do câncer de mama pode variar muito dependendo do tipo do nódulo. As formas mais comuns são:

  • Quimioterapia: tratamento que utiliza medicamentos para destruir as células doentes que formam um tumor. Estes medicamentos se misturam com o sangue e são levados a todas as partes do corpo, destruindo as células doentes que estão formando o tumor e impedindo, também, que elas se espalhem pelo corpo.
  • Radioterapia: é um tratamento no qual se utilizam radiações ionizantes (raio X, por exemplo) para destruir um tumor ou impedir que suas células aumentem. Estas radiações não são vistas e durante a aplicação o paciente não sente nada. A radioterapia pode ser usada em combinação com a quimioterapia ou outros tratamentos.
  • Hormonoterapia: a maioria dos tipos de terapia hormonal diminui os níveis de estrogênio ou impede o estrogênio de atuar sobre as células cancerígenas da mama. Esse medicamento bloqueia os receptores de estrogênio nas células do câncer de mama.
  • Cirurgia parcial: retirada apenas do tumor, quando há a possibilidade.
  • Mastectomia: procedimento cirúrgico para a remoção de uma ou ambas as mamas.

MITOS

Existem alguns mitos que assustam as mulheres quando o assunto é o câncer de mama e o desenvolvimento da doença. Listamos aqui alguns deles:

  • Agrotóxicos nos alimentos.
    Não existe associação comprovada entre uso de agrotóxicos e câncer de mama.
  • Uso de antitranspirantes e uso de sutiãs com suporte metálico.
    Correntes disparadas pela internet disseminaram rumores de que o uso de antitranspirantes causa câncer de mama. Mais recentemente, os sutiãs com suportes metálicos foram alvo de outra corrente. Não existem evidências de que desodorantes e sutiãs causem câncer de mama.
  • Ativistas contrários ao aborto disseminaram a ideia de que o procedimento aumenta o risco de câncer de mama, o que não é verdade. Abortos espontâneos também não elevam o risco de ter câncer de mama;
  • Implantes de silicone.
    Implantes de silicone formam cicatriz na mama e podem dificultar a detecção precoce do tumor, bem como a visualização do tecido mamário nas incidências padrões da mamografia. Contudo, não aumentam o risco de câncer.

A melhor forma de prevenção ainda é a informação. Entender que visitas rotineiras ao ginecologista e exames anuais são necessários pode salvar vidas. Repasse essas informações a todas mulheres que você conhece. Só assim conseguiremos diminuir o número de casos fatais da doença.

 

Fontes: Ministério da Saúde

INCA – Instituto Nacional do Câncer do Ministério da Saúde

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A importância do Ultrassom com doppler na gestação

O primeiro ultrassom é algo inesquecível para a mãe. Muito mais do que apenas ver o seu bebê em formação, ele é vital para que o médico consiga verificar se está tudo correndo bem com a gestação.

Com o exame de ultrassom doppler é possível identificar coisas como:

  • Fluxo sanguíneo da placenta;
  • Oxigênio do bebê;
  • Batidas cardíacas;
  • Quantidade de líquido amniótico ideal;
  • Formação dos órgãos internos;
  • Possível restrição de crescimento por baixo fluxo sanguíneo.

Existem outros aspectos que este exame consegue identificar muito bem, mas apenas com estes exemplos ficou claro que ele é fundamental para acompanhar o bom crescimento do feto. É possível reconhecer qualquer indício de prematuridade no bebê.

É normal os bebês pequenos para a idade gestacional terem um diagnóstico desfavorável, isso porque a placenta não estaria nutrindo o bebê de acordo com o tempo de gestação.

Também é importante ressaltar que o exame de ultrassom doppler também acaba auxiliando durante o acompanhamento da saúde da mãe, e a descobrir doenças que possam surgir no período de gestação.

Indicação do exame

Por ser um dos exames mais completos, ele também pode ser solicitado para confirmar uma suspeita do próprio médico. Nesses casos, é importante e indicado possuir um acompanhamento de um profissional responsável e de sua confiança.

Dentre os principais motivos para a solicitação do ultrassom doppler estão:

  • Risco ou desconfiança de crescimento reduzido ou má formação do feto;
  • Modificação no líquido amniótico (fluido que protege e fica envolta do embrião);
  • Incompatibilidade de grupos sanguíneos;
  • Possível transmissão congênita de doenças;
  • Gestação múltipla;
  • Gestação feita anteriormente com parto prematuro.

Clínica de confiança

Como foi possível perceber, o exame é indicado em todos os casos de gestação. Como citado acima, é de extrema importância um acompanhamento de um bom profissional, fornecendo o auxílio necessário durante todas as etapas.

A mesma preocupação deve se voltar para escolher uma clínica. Além de ter tecnologia, é necessário uma abordagem mais humanizada para que não seja causado nenhum desconforto durante todo o processo.

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As dores nas pernas e suas principais causas

Uma das reclamações mais recorrentes em clínicas e hospitais é a dor nas pernas. Podemos definir essa dor como um incomodo que pode ocorrer na região do pé, joelho, tornozelo, coxa, atrás do joelho, parte de trás da perna ou em qualquer parte da região do quadril até o final das pernas. Cãibras, lesões, flebite, veias varicosas, má circulação, aterosclerose, trombose venosa profunda, artrite e hérnia de disco são alguns dos motivos que podem levar a estes sintomas. Alguns deles podem, inclusive, ser bastante comuns. E essas dores podem surgir a qualquer momento, desde quando se exercita até quando se está em repouso.

O desconforto pode ser originário de condições relacionadas ao aparelho musculoesquelético, vascular, neurológico ou mesmo fazer parte de condições de dores difusas crônicas. O resultado pode ser por uma inflamação do tecido (ocasionada por lesões ou doenças crônicas) ou por qualquer outro motivo, como ficar muito tempo em pé ou muito tempo sentado.

O primeiro passo para qualquer tratamento, depois de consultar um médico especialista, é reconhecer as características comuns dos principais grupos de causa, chamadas síndrome:

Origem musculoesquelética:

  • Dor melhor localizada
  • Pode se concentrar próxima de áreas articulares
  • Pode piorar no início ou ao longo de exercícios
  • Repouso costuma melhorar
  • Dor pode piorar com palpação de regiões definidas
  • Costuma melhorar com analgésicos e anti-inflamatórios

Origem vascular venosa ou linfática:

  • Dor mal localizada
  • Peso nas panturrilhas
  • Piora no final do dia
  • Piora em longos períodos em pé
  • Costuma melhorar com elevação pernas
  • Inchaço pouco doloroso nos tornozelos
  • Presença de varizes
  • Pele acastanhada nas pernas e tornozelos

Origem vascular arterial:

  • Dor mal localizada
  • Pior nas partes mais baixas da perna e panturrilha
  • Dor aparece quase sempre ao caminhar
  • Piora com marcha mais acelerada
  • Melhora rapidamente com a interrupção da marcha
  • Extremidade dos dedos dos pés pálida ou arroxeada
  • Perda de pêlos e pele brilhante nas pernas
  • Presença de doença cardíaca e cerebral

Origem neurológica:

  • Dor mal localizada
  • Sensação de queimação, choques, ardência, agulhadas, formigamento
  • Pode haver dor lombar associada
  • Redução da sensibilidade dos pés
  • Perda de chinelos na marcha

Síndrome dolorosa difusa:

  • Sensação de “carne dolorida” em todo o corpo
  • Prejuízo do sono, cansaço, perda de memória
  • Humor deprimido ou nervosismo
  • Piora com o frio
  • Sensibilidade ao toque em diversas áreas musculares

Após essa análise, baseada em uma cuidadosa observação de sintomas e exames médicos clínicos, exames complementares podem ser solicitados. Esses exames precisam ser direcionados para as hipóteses observadas e podem incluir exames laboratoriais, RX, Ultrassom, Ressonância Magnética, Ultrassom Doppler venoso ou arterial, Arteriografia, Linfocintilografia biópsia e alguns outros. A ultima fase é então a especificação da dor.

Existem algumas dores que são as principais, entre elas:

Dor muscular

Dores podem ser desenvolvidas após exercícios. É comum em atletas, mas os sedentários também podem sofrer desse mal. É bastante comum a presença de câimbras.

Insuficiência venosa

A dor é um sinal precoce e vem antes do aparecimento de varizes. As mulheres são as mais atingidas e acaba sendo pior durante o período menstrual.

Fibromialgia

A dor nas pernas é apenas uma parte de toda a dor no corpo. Além disso, os sintomas são insônia, fadiga, memória fraca e ainda é comum a associação com depressão e ansiedade.

Artrites

Essa dor acomete, principalmente, os joelhos. Isso pode irradiar a dor para toda ou uma parte das pernas.

Ciatalgia

A dor ciática está localizada das nádegas até o pé e pode estar acompanhada de dor lombar. Quase sempre apenas de um lado e piora com a perna estendida em posição deitada.

Neuropatia Periférica

Costuma ser pior nas extremidades da perna e pé. Acontece devido a uma lesão do nervo periférico. As causa podem ser: diabetes, alcoolismo, hanseníase, HIV e vasculites.

Doença Arterial Obstrutiva Periférica

Redução da chegada do sangue oxigenado até os tecidos levado pelas artérias. Tem agravamento com caminhadas. Provoca ardência que melhora com a interrupção do exercício.

Síndrome do stress tibial medial

Dor em toda a canela, provocada por inchaço no osso da tíbia. Acontece quando há esforço e é comum em corredores.

Veias varicosas

São veias superficiais dilatadas. Inicialmente, elas podem ser tensas e palpáveis, mas não são necessariamente visíveis. Mais tarde, elas podem se dilatar progressivamente, provocar protrusão e tornarem-se óbvias; além de causar fadiga, pressão e dor nas pernas.

Tendão de Aquiles

O tendão do calcâneo, conhecido por tendão de aquiles, é um dos mais fortes do corpo. Constituído pela musculatura posterior da perna, ele é essencial para atividades como caminhada e corrida, arrancadas e também atua na absorção do impacto após saltos. Desse modo, a inflamação do tendão de Aquiles (tendinite do Aquiles) é uma queixa recorrente em corredores, saltadores e indivíduos que praticam atividade física somente nos finais de semana

Essas são apenas algumas das causas relacionadas a dores nas pernas. Mas as possibilidades são muitas. O tratamento para dor nas pernas depende da origem dos sintomas. Como vimos aqui, algumas causa são graves e precisam de tratamento indicado pelo especialista. Mas existem também algumas formas de prevenir e aliviar as dores por má circulação ou esforço fisico intenso.

  • Reduzir o consumo de sódio
  • Beber bastante água
  • Evitar roupas apertadas
  • Ter muito cuidado na escolha dos sapatos
  • Ficar em pé ou sentado por muito tempo pode piorar a dor, o ideal é se movimentar sempre que possível
  • Praticar atividades físicas regularmente

O corpo humano nem sempre é exato e é preciso ter a certeza do que esta realmente motivando a dor. Sempre que uma dor anormal e persistente surgir, consulte um médico e apure as causas e sintomas.

Fontes: drleandrofinotti.com.br
guidafarmacia.com.br
vitta.com.br

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A importância da tomografia computadorizada em tempos de COVID-19

Com o crescente aumento de casos de COVID-19 no mundo, os estudos científicos ganham cada vez mais importância. Como sabemos que o vírus ataca o sistema respiratório, a tomografia feita em pulmões faz um papel fundamental na detecção de pneumonia em pacientes suspeitos, avaliação e acompanhamento do quadro respiratório.

A COVID-19 possui padrões bem específicos de lesões pulmonares que foram identificados e publicado em revistas e artigos científicos, o que faz a tomografia uma grande aliada dos profissionais da saúde.

Softwares específicos para ajudar na detecção do vírus também estão sendo desenvolvidos. Isso facilita e acelera o diagnóstico , além das imagens da tomografia fornecer informações cruciais na hora de avaliar o melhor tratamento para pacientes suspeitos e positivos para COVID-19. Todas esses fatores aumentam o número de pessoas que podem ser salvas.

Fonte: GE Healthcare

 

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